Notícia de Fato: Professores denunciam ao Ministério Público o não pagamento do 1/3 de férias

Professores protocolaram denúncia para que MP apure o não pagamento.

Cadê o dinheiro dos professores
Cadê o dinheiro dos professores

Virou “noticia de fato” protocolada no Ministério Público Estadual, na Promotoria do Patrimônio Público e Probidade, em Timon, a denúncia do não pagamento do terço constitucional de férias aos professores da rede municipal de ensino, referente ao ano de 2017, que até a presente data (19.01) não foi efetuado pela Secretaria de Educação de Timon. A denúncia foi feita hoje, 19, na sede do MP.

De acordo com o protocolo 000240/2018 disponibilizado ao blogdoribinha, as professoras Francisca Maria da Silva Queiroz, Francisca Uerly dos Santos Queiroz, Rosete Veras de Aráujo, Maria Eunice Ferreira de Macedo, Gardênia Garcez Costa e Maria do Socorro Machado Guimarães Araújo, são as autoras da denúncia de que a secretaria não vem cumprindo a lei no que diz respeito a esse pagamento. Antes de ir ao Ministério Público, as professoras, que representam os professores da rede municipal, estiverem no Sinterpum para que a entidade entrasse em defesa da categoria, mas segundo denúncia publicada no blog, a sindicato demostrou certo “corpo mole” e se omitiu de ir para o confronto com o município.

Agora caberá ao Ministério Público, através da Promotoria da Probidade adotar os procedimentos junto à Secretaria de Educação para que o órgão faça os esclarecimentos dos motivos pelos quais o pagamento ainda não foi feito ou estabeleça data para fazê-lo para que a categoria, que se encontra de férias, não sofra os prejuízos com a omissão da Semed.

Os professores de Timon estão de férias desde o último dia 02 de janeiro e, pela lei, deveriam receber o terço constitucional de férias dois dias antes do gozo, mas isso não aconteceu. Passados mais de 20 dias, o pagamento não foi executado e a Secretaria se omitiu de estabelecer uma data para efetuá-la, assim como o sindicato resolveu não intervir em favor dos professores, segundo denúncia dos mesmos.

Oficialmente, nem a secretaria e nem o sindicato se pronunciaram sobre o assunto, mas deverão se manifestar assim que receberem comunicado do Ministério Público Estadual.